A nova vida do fruto da mãe selvagem: A sociabilidade como valor patrimonial do vinho
DOI:
https://doi.org/10.35588/5cntet68Palavras-chave:
embriaguez, hedonismo, memória coletiva, sociabilidadeResumo
Este artigo apresenta primeiro uma reflexão sobre um facto contraditório relativamente ao valor social do vinho hoje. As melhorias qualitativas nos processos de produção e distribuição de vinho não significam um aumento do consumo, mas sim um declínio sustentado. Em segundo lugar, com base na realidade de um novo consumo hedonista, defendemos a necessidade de que o vinho possa emergir como um artefato cultural que permite claramente a sociabilidade e a memória coletiva, no que aqui se chama «a magia do 14°» e na eficácia comunitária daquilo que se pode chamar «o ponto» ou «o tom» no consumo. Sugere-se então que somente dando ênfase a esses valores patrimoniais do vinho é que seu declínio poderá ser evitado.
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2025-03-20Publicado
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