A Festa da Mandioca brasileira nas imagens virtuais do Facebook

Palabras clave: mandioca, fiestas agrícolas, alimento tradicional, identidad cultural

Resumen

Reconhecemos as permanências e/ou câmbios na comida tipica a base de mandioca e os saberes dos “mandioqueiros” na Festa da Mandioca do Brasil, mediante imagens virtuais de Facebook. É utilizada a história cultural da alimentação como fundamento teórico, e a metodologia está baseada na investigação exploratória bibliográfica sobre a “mandiocultura”. Também foi implementada uma investigação documental com amostragem intencional como perspectiva de análise empírico de imagens virtuais disponíveis no site da rede social Facebook. A trajetória investigativa permite acompanhar o legado histórico da mandioca, desde os indígenas ancestrais até os pequenos agricultores e a inserção do turismo, nas diversas transformações que acontecem en torno ao alimento e sua implicância cultural, entre as quais encontramos a a Festa da Mandioca, indo do contexto familiar de antigamente até os grandes espetáculos locais na atualidade.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Citas

Acervo Digital da Biblioteca Nacional do Brasil (Bndigital) (2020). Mandioca. Em http://bndigital.bn.gov.br/acervodigital (consultado 04/05/21).

Albuquerque, MBB. (2012). Mulheres Tupinambá e os saberes da fermentação na Amazônia Colonial. Anais do IV Encontro Internacional de História Colonial, setembro de 2012. Belém, Açaí: 262-274. Em https://pt.scribd.com/document/239809064/Mulheres-Tupinamba-Saberes-Da-Fermentacao-Na-Amazonia (consultado 04/05/21).

Altermann, D. (2010). “Qual a diferença entre redes sociais e mídias sociais?”. Blog Observando e traduzindo o mundo digital. Em https://www.midiatismo.com.br/qual-a-diferenca-entre-redes-sociais-e-midias-sociais (consultado 04/05/21).

Brabo, R. (2017). “A farinha é um dos mais queridos subprodutos da mandioca. Agricultura familiar, comunicação, segurança alimentar, nutrição e saúde”. Blog Amazônia em Devaneios.

Braga, IMRMD. (2007). “Alimentação e publicidade alimentar na Revista ABC”. Em Guardado da Silva, C. et al. (coords.). História da Alimentação. Lisboa, Turres Veteras IX: 215-225.

Cabo, AJ. (1788). Memória sobre a mandioca ou pão do Brasil, circunstanciando nela o modo de o fabricarem e suas diversidades; e as diferentes bebidas que fazem do suco espremido da massa da tal mandioca (...). Documento 07. Manuscrito. Coleção Alexandre Rodrigues Ferreira. Em http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1456748/mss1456748.pdf (consultado 04/05/21).

Caetano, J. e Estrela, R. (2006). Introdução à publicidade. Porto, Ipam.

Cascudo, LC. (1967). História da alimentação no Brasil. Vol. I. São Paulo, Companhia Nacional.

Cavalcante, MS. (2014). Comida dos nativos do Novo Mundo. Barueri, Sá.

Champney, JW. (1859). “Eplucheuses de mandioca”. Em Ribeyrolles, C. (org.). Brazil pittoresco: historia, descripções, viagens, instituições, colonização. Vol. 2. Rio de Janeiro, Typographia Nacional. Em

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/bndigital0168/bndigital0168.pdf (consultado 06/05/2021).

Contreras, J. e Gracia, M. (2011). Alimentação, sociedade e cultura. Rio de Janeiro, Fiocruz.

Correspondência Oficial São Paulo (1766). Carta ao governador Luís Antônio de Sousa Botelho Mourão comunicando publicação de ordem de incremento da produção de andioca naquela vila. Documento 09. Cananéia, 9 marzo de 1766. Em http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_manuscritos/mss1459299/mss1459299.pdf (consultado 04/05/21).

Coutinho, ALD. (2012). “Farinhada e comensalidade no semi-árido baiano: hábitos alimentares e identidade sertaneja”. Anais do III Ebecult, abril de 2012. Cachoeira, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Em http://www3.ufrb.edu.br/ebecult/wp-content/uploads/2012/05/Farinhada-e-comensalidade-no-semi-a%C3%83%C3%85rido-baiano-ha%C3%83%C3%85bitos-alimentares-e-identidade-sertaneja.-.pdf (consultado 04/05/21).

Desgualdo, P. (2019). “É tempo de farinhada: Santa Catarina celebra com festa a produção de sua farinha”. Jornal O Estado de S. Paulo. https://paladar.estadao.com.br/noticias/comida,e-tempo-de-farinhada-santa-catarina-celebra-com-festa-a-producao-de-sua-farinha,70002916588 (consultado 06/05/2021).

Duruy, A. (1859). “Iconografia: La rape a mandioca”. Em Ribeyrolles, C. (org.). Brazil pittoresco: historia, descripções, viagens, instituições, colonização. Vol. 2. Rio de Janeiro, Typographia Nacional. Em http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/bndigital0168/bndigital0168.pdf (consultado 06/05/2021).

Emater Minas. (2015). “Festa da Mandioca é atração em Almenara”. Página rural. Em https://www.paginarural.com.br/noticia/216245/festa-da-mandioca-e-atracao-em-almenara-destaca-emater-minas (consultado 04/05/21).

Embrapa. (2017). “Cruz das Almas comemora Dia da Mandioca”. Portal Embrapa. Brasilia, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Em https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/21670746/cruz-das-almas-comemora-dia-da-mandioca (consultado 04/05/21).

____. (2013). “Mandioca - A raíz do Brasil”. Embrapa 40. Brasilia, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Audiência Pública em 16/04/2013.

Facebook. (2019a). “18ª Festa da Mandioca no Município de Almenara, MG”. Facebook. Em https://www.facebook.com/festadamandioca/ (consultado 04/05/21).

____. (2019b). “3ª Festa da Mandioca ocorreu em Santa Maria Madalena”. Facebook. Em https://www.facebook.com/festadamandiocaemsantamariamadalena/ (consultado 04/05/21).

____. (2019c). “Festa da Mandioca em Sumaré”. Facebook. Em https://www.facebook.com/festadamandiocasumare/?tn=%2cd%2cp-r&eid=arbfrjgvzsyojduq-pmzzqnjjsrk4cqghqeukjihpnjcb8t-pami8-gitmsdc1ipcgnyf5sn46liltmj (consultado 04/05/21).

____. (2019d). “Festa da Mandioca: Agropec Careiro, Amazonas”. Facebook. Em https://www.facebook.com/agropeccareiro/?ref=settings (consultado 04/05/21).

____. (2019e). “Secretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido”. Facebook. Em https://www.facebook.com/pg/seafds/about/?ref=page_internal (consultado 04/05/21).

____. (2015). “15ª Festa da Mandioca: A festa do povo que tem raiz. Ubatuba, SP”. Facebook. Em https://pousadapataxo.com/15a-festa-da-mandioca-valoriza-a-culinaria-tradicional/ (consultado 04/05/21).

Faria, R. (2003). “Projeto em Sumaré é exemplo bem-sucedido”. Jornal Correio Popular. Em https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/na-imprensa/projeto-em-sumare-e-exemplo-bem-sucedido/ (consultado 04/05/21).

Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO). (2013). Save and Grow. Cassava, a Guide to Sustainable Production Intensification. Roma, FAO.

Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) e IFAD (2000). The World Cassava Economy. Facts, Trends and Outlook. Roma, FAO e IFAD.

Fragoso, S.; Recuero, R. e Amaral, A. (2011). Métodos de pesquisa para internet. Porto Alegre, Sulina.

Gimenes, MHSG. (2008). Cozinhando a tradição: festa, cultura e história no litoral paranaense. Tese de doutorado. Curitiba, Universidade do Paraná.

____. (2006). “Patrimônio gastronômico, patrimônio turístico: uma reflexão introdutória sobre a valorização das comidas tradicionais pelo Iphan e a atividade turística no Brasil”. Anais do IV Seminário de Pesquisa em Turismo do Mercosul, julho de 2006. Caxias do Sul. Em https://www.anptur.org.br/anais/anais/files/3/16.pdf (consultado 06/05/2021).

Gonzaga, L. e Sousa Filho, JD. (1982). “Farinhada”. Site oficial. Em http://www.luizluagonzaga.mus.br/ (consultado 04/05/21).

Gorgulho, LF.; Goldenstein, M.; Alexandre, PVM. e Mello, GAT. (2009). A economia da cultura, o BNDES e o desenvolvimento sustentável. Brasilia, Ministerio do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Recuperado de https://web.bndes.gov.br/bib/jspui/handle/1408/1961 (consultado 04/05/21).

Instituto Brasileiro de Geografía e Estadística (IBGE). (2017). Cidades. Em https://cidades.ibge.gov.br/brasil/panorama (consultado 04/05/21).

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). (2014). “Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro”. Brasisila, IPHAN. Em http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/75 (consultado 04/05/21).

Jornal Paraibaonline (2019). “Festa da Mandioca destaca potencial da cultura em cidade paraibana”. Paraibaonline. Em https://paraibaonline.com.br/2019/08/festa-da-mandioca-destaca-potencial-da-cultura-em-cidade-paraibana/ (consultado 04/05/21).

Levy, P. (1994). A inteligência coletiva para uma antropologia do ciberespaço. Lisboa, Instituto Piaget.

Maranhão, RFA.; Bastos, SR. e Marchi, MM. (2015). “Cultura e sociedade no sistema culinário da mandioca no Brasil”. Sociais e Humanas 28(2): 54-68. DOI https://doi.org/10.5902/2317175816893

Marchi, MM. (2015). A mandioca como patrimônio gastronômico: do artefato à comensalidade. Dissertação de Mestrado. São Paulo, Universidade Anhembi Morumbi.

Marcgrave, G. e Piso, W. (1648). Historia Naturalis Brasiliae... in qua non tantum plantae et animalia, sed et indigenarum morbi, ingenia et mores describuntur et iconibus supra quingentas illustrantur. Lugdun. Batavorum, apud Franciscus Hackium et Amstelodami apud Lud. Elzevirium. Em http://biblio.etnolinguistica.org/marcgrave_1648_historia (consultado 06/05/2021). DOI https://doi.org/10.5962/bhl.title.565

Miller, D. (2019). Como o mundo mudou as mídias sociais. Londres, University College London.

Montanari, M. (2008). Comida como cultura. São Paulo, Senac.

Oliveira, F. (2018). “Facebook chega a 127 milhões de usuários mensais no Brasil”. Folha UOL. Em https://www1.folha.uol.com.br/tec/2018/07/facebook-chega-a-127-milhoes-de-usuarios-mensais-no-brasil.shtml (consultado 06/05/2021).

O’Neill, N. (2008). “What is Facebook´s Slogan Saying”. Adweek. Em https://www.adweek.com/digital/what-is-facebooks-slogan-saying/ (consultado 06/05/2021).

Oyarzún, A. (2017). “En fábrica de medios”. Em Luzardo, A. (ed.). Economía naranja. Innovaciones que no sabías que eran de América Latina y el Caribe. Washington, BID.

DOI https://doi.org/10.18235/0000723

Prefeituras do Brasil (2020). “Prefeitura de Santa Maria”. Prefeituras do Brasil. Em https://www.prefeituras.org/prefeitura-municipal-de-santa-maria-madalena-rj/ (consultado 06/05/2021).

Riscarolli, P. (2018). “Como fazer molho madeira de 6 formas deliciosas”. Dicasonline.com. Em https://www.dicasonline.com/molho-madeira/#:~:text=No%20caso%20desse%20molho%2C%20uma%20das%20hist%C3%B3rias%20mais,da%20Madeira%2C%20uma%20regi%C3%A3o%20no%20sudoeste%20de%20Portugal (consultado 06/05/2021).

Rocha, AM. (2014). “Luiz Gonzaga canta as práticas alimentares do Nordeste no Brasil”. Revista Contextos da Alimentação 3(1): 63-83.

Rocha, AM. e Santos, CAM. (2014). “Na Casa da Memória: a mandioca e a farinhada no Crato-Ceará”. Em Bezerra, JAB. et al. (orgs.). Alimentos tradicionais do Nordeste: Ceará e Piauí. Fortaleza, Universidade Federal de Ceará: 83-91.

Santos Neto, HB. e Santo, B.I. (2007). Propaganda e publicidade, linguagem e identidade, consumo e cidadania: articulação entre conceitos e suas significações. Santos, Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

Silva, HA. e Murrieta, RSS. (2014). “Mandioca, a rainha do Brasil? Ascensão e queda da Manihot esculenta no estado de São Paulo”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi: Ciências Humanas 9(1): 37-60. DOI https://doi.org/10.1590/s1981-81222014000100004

Silva, KV. e Silva, MH. (2009). Dicionário de conceitos históricos. 2da edição. São Paulo, Contexto.

Silva, LJSS. et al. (2017). Diagnóstico dos sistemas de produção dos agricultores familiares, produtores de mandioca das comunidades do município do Careiro. Manaus, Embrapa. Em https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1084328/1/Doc129.pdf (consultado 06/05/2021).

Slow Food. (2020). “Abril da Mandioca em resposta à pandemia na Rede Slow Food Brasil”. Slow Food Brasil. Em https://slowfoodbrasil.org/2020/05/abril-da-mandioca-em-resposta-a-pandemia-na-rede-slow-food-brasil/ (consultado 06/05/2021).

Soares, LG. (2019). Imagens virtuais e atividades matemáticas: um estudo sobre representação semiótica na página do Facebook Matemática com Procópio. Dissertação de Mestrado. Campina Grande, Universidade Estadual da Paraíba.

Souza, GS. (1879). Tratado descriptivo do Brazil em 1587. Rio de Janeiro, Typographia Universal de Laemmert. Em https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4795 (consultado 06/05/2021).

Vázques, A. (2020). “As principais diferenças entre perfil e página no Facebook”. Nuvemshop. Em https:// www.nuvemshop.com.br/blog/diferenca-entre-perfil-e-pagina-no-facebook (consultado 06/05/2021).

Publicado
2021-05-10
Sección
Dossier